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Bienal de Veneza celebra a arte contemporânea

Suzana Velasco

   A Bienal de Veneza não é apenas uma grande exposição de artes plásticas. Espetáculos de dança, música, teatro e cinema (o tradicional Festival de Cinema de Veneza) também fazem parte da principal mostra de arte contemporânea do mundo, que deste mês a novembro vai transbordar cultura, inclusive nacional. Oito telas de Beatriz Milhazes e 16 de Rosângela Rennó vão representar o Brasil na 50 Exposição Internacional de Artes Visuais, cujo tema este ano é “Sonhos e conflitos: a ditadura do espectador”. Além disso, trabalhos de Hélio Oiticica, Cildo Meireles, Alexandre da Cunha, Fernanda Gomes e Marepe estarão na mostra “A estrutura da sobrevivência”, enquanto Rivane Neuenschwander participará de “Atrasos e Revoluções”.

   O grande destaque de “Atrasos e revoluções” será o aclamado artista americano — e namorado da cantora Björk — Matthew Barney, que ganhou o prêmio Europa 2000 na Bienal de Veneza de 1993 e cuja série de vídeos “Cremaster” está no Guggenheim de Nova York, até o próximo dia 11.

   Enquanto a mostra de artes visuais está em sua 50 edição, a Bienal de Veneza terá seu primeiro Festival de Dança Contemporânea, que começa no próximo dia 12 e vai até 18 de julho, com 18 espetáculos sobre as relações entre o corpo e o crescimento das cidades. Na noite de abertura, o coreógrafo e curador do festival Frédéric Flamand vai estrear “Silent collisions”, inspirado no livro “Cidades invisíveis”, de Italo Calvino.

   O 47 Festival Internacional de Música Contemporânea se baseará na variedade rítmica, focado em músicos de Nova York ou que têm a região como referência musical. De 12 a 21 de setembro, 142 artistas se apresentarão em cinco shows diferentes por dia.

   As programações teatrais e cinematográficas também serão intensas. O 35 Festival Internacional de Teatro, com curadoria do célebre diretor Peter Sellars, vai contar com remontagens de clássicos teatrais, de 15 a 30 de outubro. Já o 60 Festival de Cinema de Veneza terá mostras de filmes concorrentes ao Leão de Ouro, que ano passado foi dado a “The Magdalene sisters”, do diretor britânico Peter Mullan. O evento cinematográfico mais antigo do mundo, realizado desde 1932, exibirá ainda uma retrospectiva da história do cinema.

(© O Globo On Line)

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   Informações e entradas antecipadas pelos telefones (390) (41) 522-1317 (artes visuais) e (390) (41) 2424 (dança e música). Os ingressos para as sessões de teatro e cinema ainda não estão à venda. Home page:<www.labiennale.org>. E-mail: <infogruppi@labiennale.org>.

Artes visuais: Exposições das 10h às 18h no Giardini (de terça-feira a domingo), no Arsenale (de quarta a segunda-feira) e diariamente no Museu Correr, além de mostras espalhadas por Veneza. Ingressos entre 6 e 18 euros. Entradas para a família (dois adultos e duas crianças) a 22, 34 ou 46 euros (respectivamente para uma, duas ou três exposições). Crianças até 6 anos e acompanhantes de deficientes físicos não pagam.

Dança, música e teatro: Teatro alle Tese, Teatro Piccola Arsenale, Teatro Fondamenta Nuove e PalaFenice. Ingressos entre 8 e 20 euros. Desconto para estudantes, menores de 26 anos e maiores de 60. Entrada para seis espetáculos de dança a 60 euros; para seis shows de música a 50 euros; e para três shows de música a 35 euros.

Cinema: Sessões nos cinemas Palazzo del Casinò, Palazzo del Cinema, Palagalileo e PalaBn.

Há promoções especiais para quem quiser aproveitar diversas atividades da Bienal de Veneza. O ingresso válido para três exposições de artes visuais e um espetáculo de dança custa entre 25 e 30 euros. Já o ingresso para três mostras de artes plásticas e um show de música sai a 25 euros.

(© O Globo On Line)

 

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