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Seca na Itália: danos a agricultura chegam a 5 bilhões de euros

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   ROMA  - A seca que castiga a Itália causou danos na agricultura estimados em cerca de 5 bilhões de euros e uma onda de aumentos de até 30% em produtos como frutas e verduras.

   O rio Pó, no norte da Itália, tocou novamente um recorde negativo, a -7,61 metros abaixo de seu nível normal.

   A situação mais grave é no norte, nas regiões do Piemonte, Lombardia, Friuli Venezia-Giulia e Emilia Romagna, porém a seca agora se estende no centro da Itália, onde não chove há meses.

   "É a pior situação dos últimos cem anos" declarou o presidente da Região Veneta, Giancarlo Galan.

   O norte da Itália conta com a água necessária para a agricultura e a industria até o final do mês, e se não chover até então, o governo tomará medidas de emergência que incluem o recurso aos fundos destinados as grandes calamidades.

   A seca ameaça outras seis regiões do centro e sul: Toscana, Abruzzo, Umbria, Marche, Molise e Lazio, incluindo a capital Roma, onde a falta de chuvas provocou uma queda na produção de legumes entre o 70 e o 100%, em na de frutas de temporada e entre o 40 e o 100% no cultivo de óleo de 50%.

   Para afrontar a demanda, que é muito superior a oferta, os comerciantes compram 40% da fruta e da verdura de temporada da Espanha, Marrocos, França, Grécia e Turquia, com um aumento para os consumidores.

   O rio Tíber, que atravessa Roma, diminuiu seu nível a metade, passando dos seus 170 metros cúbicos por segundo para 80 metros cúbicos por segundo.

   O chefe da Proteção civil, Guido Bertolaso, advertiu na segunda-feira que se a seca se mantém até setembro, não poderá ser garantido o uso de água potável.

   O governo italiano decidiu afrontar a emergência hídrica com uma campanha publicitária contra o desperdício de água potável.

(© Ansa EuroSul)

Siccità: acqua per il Po dai bacini di montagna

 "soccorrere" il Po arriverà l'acqua di bacini alpini

   PARMA (CNN) -- L'acqua necessaria per fronteggiare l'emergenza originata dalla magra del Po arriverà dalle riserve dei bacini idrografici alpini a monte dei laghi. Ad affermarlo è stato il capo della Protezione civile, Guido Bertolaso, nel corso del vertice di Parma sulla siccità.

   La soluzione individuata, garantirà al Po, fino alla fine del mese, una quantità d'acqua di circa 3 milioni di metri cubi al giorno, per soddisfare soprattutto le esigenze dell'agricoltura, ma anche quella della produzione di energia elettrica.

   Una 'cabina di regia' con sede a Parma, affidata al coordinamento del prof. Michele Presbitero, si metterà al lavoro già nel pomeriggio di mercoledì per definire le modalità tecniche che dovranno portare al coordinato rilascio di acqua dai bacini, in accordo con gli enti titolari delle concessioni e con i rappresentanti delle regioni interessate.

   "La crisi c'è, stiamo tutti lavorando insieme e pensiamo di poterla risolvere" ha commentato Bertolaso. "Si tratta di qualche sacrificio che il Paese chiede a chi in questo momento l'acqua ce l'ha".

   La soluzione adottata dovrebbe consentire di superare la situazione di crisi fino alla fine del mese. Poi, la fine dei raccolti e le fabbriche chiuse per le ferie faranno il resto, in attesa della tanto sospirata pioggia.

   Per gestire con efficacia e tempestività, oltre che con equilibrio e armonia tra le diverse esigenze, la soluzione individuata oggi, sarà necessaria la collaborazione di tutti. "Bisognerà mettersi d'accordo - ha detto Bertolaso - in modo che ci sia un regista che concordi l'apertura degli invasi e la modulazione dell'erogazione da questi grandi rubinetti che dovranno mandare l'acqua ai laghi e poi dai laghi, attraverso gli affluenti, al Po".

(© CNNItalia.it)

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