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Polícia italiana desativa bomba-relógio na Catedral de Milão

19/12/2000

 

 

MILÃO, Itália -- A polícia da Itália desativou segunda-feira uma bomba-relógio encontrada por funcionários na Catedral de Milão, três horas antes do programado para explodir.

   A bomba foi encontrada em uma passagem do topo do Duomo gótico, no centro de Milão, em torno do meio-dia (9:00, hora de Brasília) com o detonador marcado para às 15:00.

   O vice-ministro do Interior, Massimo Brutti, disse que a polícia antiterrorismo, que freqüentemente investiga crimes com possível motivação política, foi chamada para analisar o caso.

   A bomba, feita com cerca de um quilo de pólvora, foi acondicionada em um recipiente para comida coberto por um saco e com fios saindo dele.

   Um juiz especulou que a bomba poderia estar relacionada à atmosfera pré-eleitoral na Itália.

   As eleições nacionais estão previstas para o início do próximo ano e o clima político entre a centro-esquerda e a centro-direita já esquentou.

   "Isso é um sinal preocupante porque acontece durante uma campanha eleitoral que atingiu tons amargos já em seu começo", disse o juiz Gerardo D'Ambrosio, que investigou o terrorismo no passado.

   "Nós esperávamos que recorrer a bombas fosse uma ferramenta política do passado, mas infelizmente parece que não", lamentou.

   D'Ambrosio disse preferir que a bomba fosse um ato de um "louco" do que de qualquer grupo político.

  Nenhuma organização assumiu de imediato a autoria do atentado frustrado pela polícia.

   O teto da catedral é aberto à visitação e a bomba foi descoberta por um funcionário em uma das passagens mais usadas pelos freqüentadores do templo católico, uma das maiores atrações turísticas de Milão. (CNNBrasil)

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